
Co-produção entre Panamá e Equador, "La ruta de la luna", do equatoriano Juan Sebastián Jácome, está no IFF Panamá.
Acaba de nascer, com edição inaugural prevista para começar em 26 de abril e terminar em 2 de maio, o primeiro festival de cinema do Panamá.
Dirigido pela cineasta panamenha Pituka Ortega Heilbron e por Hank Van Der Kolk, fundador do festival de Toronto, o Festival Internacional de Cinema do Panamá (IFF Panamá) tem a ambição se tornar um dos eventos cinematográficos mais importantes da América Latina, além de difundir filmes no país e de estimular a indústria local.
Para sua primeira edição, foram programadas 50 filmes e uma série de eventos e workshops na Cidade do Panamá. Do “Panorama Latino-Americano”, fazem parte “Juan de los muertos”, de Alejandro Brugues (Cuba), “Sangue do meu sangue”, de João Canija (Portugal), “Habana Eva”, de Fina Torres (Cuba), “Las razones del corazón”, de Arturo Ripstein (México), “Nostalgia de la luz”, de Patricio Guzmán (Chile), “Bonsai”, de Cristian Jiménez (Chile), “El gato desaparece”, de Carlos Sorín (Argentina), e “Violeta se fue a los cielos”, de Andrés Wood (Chile).
Em “Ópera prima”, seção dedicada à produção de diretores estreantes, estão o filme guatemalteco “Distancia”, de Sergio Ramírez, os argentinos “Las acacias”, de Pablo Giorgelli, “El estudiante”, de Santiago Mitre e “Rompecabezas”, de Natalia Smirnoff, os peruanos “Las malas intenciones”, de Rosario García Montero, e “Octubre”, de Diego e Daniel Vega, o colombiano “Los colores de la montaña”, de César Arbelaez, e o panamenho-equatoriano “Ruta de la luna”, de Juan Sebastián Jacome.
Existe ainda uma seção internacional, que inclui o iraniano “A separação”, vencedor do último Oscar na categoria de filme estrangeiro.
Saiba mais no site do evento: www.iffpanama.org.






