
Em "Miss Bala", uma jovem mexicana sonha em se tornar miss, mas se vê envolvida no tráfico de drogas
Seja porque seleciona filmes já premiados em grandes festivais ao longo do ano ou porque inaugura a carreira de filmes prometedores, a seção “Horizontes Latinos”, do Festival de San Sebastián, é uma importante vitrine do cinema latino-americano.
A 59a edição do evento, que acontece entre os dias 16 e 24 de setembro, acaba de anunciar as obras que competirão pelo Prêmio Horizontes este ano. Do México vem a maioria da seleção: participam “Miss bala”, de Gerardo Naranjo, que esteve na mostra “Um certo olhar” de Cannes, “Asalto al cine”, de Iria Gómez Concheiro, e “Entre la noche y el día”, de Bernardo Arrelano – além de “Abrir puertas y ventanas”, produção mexicana da diretora argentina Milagros Mumenthaler, que acaba de vencer o Festival de Locarno.
Do Chile, comparecem “Anónimo”, de Renato Pérez, “Bonsai”, segundo longa-metragem de Christian Jiménez, e “Ulises”, a estreia do diretor Óscar Godoy e uma coprodução com a Argentina.
Também está presente o Brasil, com “Historias que só existem quando lembradas”, de Julia Murat, e “Remolino”, dirigida por Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina e coproduzido pela Espanha, o Equador, com “Pescador”, o quarto longa de Sebastián Cordero, e “Porfirio”, do colombo-equatoriano Alejandro Landes, e, finalmente, a Colômbia, com “Todos tus muertos”, de Carlos Moreno.
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