E está em curso o 67o Festival de Cinema de Veneza, um dos eventos que ocupa o pódio dos festivais europeus. O evento começou nesta quarta-feira, 1 de setembro, e vai até o dia 11 com grandes estreias internacionais na competição principal. Entre elas está “Post Mortem” (co-produção entre Chile, México e Alemanha), do chileno Pablo Larrain (“Tony Manero”), o único latino-americano a disputar o Leão de Ouro. Haverá duas exibições do filme no dia 5, o que nos deixa por enquanto sem pistas de sua repercussão junto ao júri internacional, encabeçado por ele: Quentin Tarantino.
Mas é na seção Horizontes, dedicada a “novas tendências” do cinema mundial, que a América Latina faz (um pouco mais) a festa. Lá estão “El pozo”, novo curta do mexicano Guillermo Arriaga (roteirista, agora também diretor que estreou seu “Burning plan” ano passado na competição oficial de Veneza), “En el futuro”, média-metragem do argentino Mauro Andrizzi, “Jean Gentil”, longa de Laura Amélia Gúzman e Israel Cárdenas, da República Dominicana, “Verano de Goliat”, do mexicano Nicolás Pereda, “O mundo é belo”, do brasileiro Luiz Pretti, e “Indefatigable”, curta documentário de Ruth Jarman e Joe Gerhardt, representando o Equador.
E fora de competição, também participa um latino: o novo longa-metragem do brasileiro Andrucha Waddington, “Lope”.
Fique de olho no site do festival para conferir as novidades: www.labiennale.org.



