:: Cinema brasileiro multipremiado em Havana
Terminou ontem, 11 de dezembro, a 33a edição do Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de Havana, Cuba. O evento, que fecha 2011 com um resumo do melhor do cinema latino do ano, premiou vários filmes brasileiros, incluindo as animações “Céu, inferno e outras partes do corpo”, de Rodrigo John (assista o trailer acima), e “Furico e Fiofó”, de Fernando Miller; o documentário “Diário de uma busca”, de Flávia Castro, e as primeiras obras em ficção “Sudoeste”, de Eduardo Nunes, “Trabalhar cansa”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, “Remoinho”, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr.; além de dois curtas e oito longas de ficção de diretores veteranos. Veja a lista completa de premiados aqui.
:: Lançam livro sobre mecanismo de financiamento audiovisual
O Latin American Training Center, centro de capacitação regional, lançou no final de novembro, no Rio de Janeiro, o livro “Mecanismos Atuais de Financiamento de Conteúdos Audiovisuais na América Latina”, cuja missão é ajudar produtores a buscar financiamento para seus projetos através de fundos públicos e privados em meios tradicionais e alternativos. Os autores são 13 especialistas latino-americanos na área, e o conteúdo é apresentado na forma de artigos que descrevem os mecanismos de fomento disponíveis e os requisitos necessários para um ou outro. Para os interessados, o livro está disponível para download no site do LATC.
:: Cinema latino de volta à Sundance
Seguindo a tradição do calendário dos festivais internacionais de maior tradição, Sundance abre 2012 com uma ampla oferta de novos filmes independentes, incluindo, novamente, uma lista de candidatos latino-americanos. Quatro filmes latinos farão parte da competição principal de ficção, que acontece de 19 a 20 de janeiro, em Park City, Salt Lake City, Ogden y Sundance, cidades do estado de Utah, Estados Unidos. São eles: “A cadeira do Pai”, do brasileiro Luciano Moura, “El último Elvis”, do argentino Armando Bo, a coprodução entre Chile, Argentina, Brasil e España “Violeta se fue a los cielos”, de Andrés Wood, e “Joven y alocada”, da chilena Marialy Rivas. Ainda que a presença latina seja novamente representativa entre as ficções, nenhum documentário da região foi selecionado. No ano passado, o único latino-americano premiado no evento foi o colombiano Diego Jiménez, pela fotografia do filme “Todos tus muertos”, de Carlos Moreno. Mais no site do festival.







