NÃO PERCA

  • O QUÊ: Série "Fronteras" - 8 directores cruzando límites
  • Ano: 2011
  • Quando: desde dezembro
  • Onde: No site da TNT
  • Por quê: Para conhecer diferentes lugares do mundo através do olhar de novo consagrados diretores latino-americanos - incluindo a peruana Claudia Llosa, cujo "Loxoro" será apresentado em fevereiro no Festival de Berlim.
  • Mais: Um projeto da TNT apresentado pelo cineasta argentino Juan José Campanella.

Acesse o site e assista aos episódios de 30 min.

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Arquivos com a Tag: festivais

Dia 26
outubro 2011

Só filmes premiados no Festival 4+1; latinos também

"Color perro que huye", do venezuelano Andrés Duque

"Color perro que huye", do venezuelano Andrés Duque

Se você está em Bogotá, Buenos Aires, Cidade do México, Madri ou no Rio de Janeiro, chegou sua chance de ficar em dia com grandes filmes de importantes festivais. Começa hoje a segunda edição do Festival 4+1, cuja proposta é exibir, simultaneamente em cinco cidades da Ibero-América, longas-metragens premiados de autores renomados.

Organizado pela Fundación Mapfre, o evento dá um prêmio ao filme mais votado pelo público e, além de uma seleção oficial, inclui filmes fora de competição, uma mini-programação de um convidado de honra (este ano, a homenageada é a japonesa Naomi Kawase) e sessões especiais.

A boa nova desta vez é que quem estiver na Argentina, Brasil, Colômbia, Espanha ou no México, poderá ver a Seção Oficial online, além de retrospectivas dedicadas a Agnès Varda, vencedora do Prêmio do Público 4+1 na última edição, e a Apichatpong Weerasethakul, convidado de honra de 2010. Basta acessar a plataforma MUBI durante os dias que dura o festival (26 de outubro a 4 de novembro).

Vamos agora aos filmes latinos da programação. Entre os 14 títulos que competem pelo prêmio do público, há um venezuelano (“Color perro que huye”, de 2011, por Andrés Duque) e dois chilenos (“Nostalgia da luz”, de 2010, por Patricio Gúzman, e “Lucía”, de 2010, por Niles Atalla).

Veja os trailers:

COLOR PERRO QUE HUYE (Prêmio do Público no Festival Punto de Vista)


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Dia 31
agosto 2011

Começou Veneza; Argentina tem recorde de filmes selecionados

Imagem de "Nocturnos", do argentino Edgardo Cozarinsky

Imagem de "Nocturnos", do argentino Edgardo Cozarinsky

Começou nesta quarta-feira, 31 de agosto, a 68a edição do Festival de Cinema de Veneza. Vários filmes latino-americanos – com destaque para os argentinos – participam das diferentes mostras do evento, especialmente da Orizzonti, que oferece um panorama mundial de novos diretores e produções independentes.

Nela estão os longas “Girimundo”, dos brasileiros Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina, “Nocturnos”, do escritor argentino Edgardo Cozarinsky, e “Verano”, do chileno José Luis Torres. Outro argentino da mostra, coproduzido com a Escandinávia, é o média-metragem “Accidentes gloriosos”, dos diretores Mauro Andrizzi e Marcus Lindeen. Fora de competição, na seleção oficial, comparece a coprodução “¡Vivan las antípodas!”, do russo Victor Kossakovsky, realizada entre Argentina, Alemanha, Rússia e Holanda.

Tem ainda duas seções autônomas, onde a Argentina sem dúvida leva a melhor: a Semana Internacional da Crítica, com o argentino “El campo”, de Hernán Belón, e o mexicano “Kyzza Terrazas – El lenguaje de los machetes”, de realização coletiva, e a Venice Days – Jornadas dos Autores, com os argentinos “Otros silêncios”, de Santiago Amigorena (em coprodução com o Brasil, a França e o Canadá), “Tierra Sublevada II: Oro Negro”, de Pino Solanas, “El mundial olvidado”, de Filippo Macelloni e Lorenzo Garzella, e “Historias que sólo existen cuando las recuerdas”, de Julia Murat.

Segundo o site EscribiendoCine, este ano a Argentina alcançou representação recorde no festival, que vai até dia 10 de setembro.

Saiba mais sobre os filmes e a programação no site oficial.

Dia 04
agosto 2011

Seção de novas tendências do cinema em Veneza tem cinco latinos

“Nocturnos”, do argentino Edgardo Cozarinsky

“Nocturnos”, do argentino Edgardo Cozarinsky

Cinco dos seis longas-metragens latino-americanos que fazem parte da 68a edição do Festival de Veneza (11 31 de agosto a 10 de setembro) estão na seção Orizzonti, dedicada às novas tendências do cinema mundial.

O evento, que é o festival de cinema mais antigo do mundo, dá este ano especial atenção à Argentina, com dois filmes, depois ao Brasil, ao México e ao Chile, com um filme cada. São eles: “Accidentes gloriosos”, de Mauro Andrizzi e Marcus Lindeen (Suécia, Dinamarca, Argentina); “Nocturnos”, de Edgardo Cozarinsky (Argentina); “Girimunho”, de Helvécio Marins Jr e Clarissa Campolina (Brasil, Espanha, Alemanha); “Lung Neaw Visits His Neighbours”, de Rirkrit Tiravanjia (Tailândia, México), e “Verano”, de José Luis Torres Leiva (Chile).

Fora da Orizzonti, aparece o documentário “Vivan las antípodas”, uma co-produção entre Alemanha, Argentina, Holanda, Chile e Rússia dirigida russo Victor Kossakovsky. O filme, que é o segundo a ser exibido na abertura do festival, aborda a noção de antípoda – indivíduo que habita, no globo terrestre, lugar diametralmente oposto a outro –, relatando eventos que acontecem na Argentina e na China, no Chile e na Rússia, Havaí e Botsuana e Nova Zelândia e Espanha.

Dia 26
junho 2011

Cine-reportagem: boa sacada para as vinhetas do FAM

FAM, 15 anos

FAM, 15 anos

O FAM teve uma deliciosa sacada para suas vinhetas de abertura, exibidas antes de cada sessão do festival: em lugar de cansar os espectadores com a mesma informação institucional do evento dia após dia, como costuma acontecer com a maioria dos festivais, a organização está realizando vídeos diários com flashes de assuntos interessantes que rolaram no dia anterior.

Uma solução no melhor estilo “cine-reportagem”, que deixa todo mundo ligado na tela antes do filme começar.

O vídeo abaixo é o veiculado no dia da abertura:

Para quem não está em Floripa, mas quer ficar em dia com o FAM, a sugestão é ver acompanhar esses flashes diários no canal de vídeos do site www.audiovisualmercosul.com.br. Há breves depoimentos, chamadas para eventos e filmes, cenas de making of e mais.

(De Florianópolis)

Dia 25
junho 2011

O roteiro e o roteirista: tema abre o ciclo de debates do FAM

Orlando Senna debateu roteiro no FAM; o escritor lançou dois de seus livros no evento

Orlando Senna debateu roteiro no FAM; o escritor lançou dois de seus livros no evento

Está aberto Fórum do 15 FAM, que tem encontros diários às 15h no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, até o dia 1 de julho (com exceção da segunda-feira, dia 27).

O ciclo de bate-papos e debates do evento começou neste sábado com as participações de Orlando Senna e Marcelo Esteves e mediação de Fábio Brüggemann, que discutiram seus olhares sobre “A escritura, o escritor e o filme”.

Pouco se falou sobre a realidade do roteiro e do roteirista na América Latina ou no Mercosul, mas o debate caminhou por searas interessantes dos processos de escrita, com ótimas contribuições de Senna.

Rebatendo a ideia de que “o roteiro é uma obra de arte que não existe” e que “o cinema é a arte do diretor”, o cineasta, escritor e ex-secretário do Audiovisual afirmou a valorização do roteiro como obra de arte e, consequentemente da figura do roteirista, tem a ver com o crescimento das indústrias audiovisuais. “Em paraindústrias cinematográficas, como a brasileira e a latino-americana em geral, o roteirista ainda não é valorizado. Mas em grandes indústrias, como Hollywood, e até mesmo a Globo, falando de televisão no Brasil, ele é o profissional mais bem remunerado”, disse. Abordando os novos rumos do cinema e de “seus tentáculos”, Senna falou da importância do vídeo documental feito para a internet: “Estamos caminhando para o webdoc, e que o audiovisual é uma arte coletiva ficará claro para todos muito em breve”.

Os debates seguem a partir de amanhã, sempre com a presença de profissionais destacados da indústria. Outros temas que entram em pauta neste FAM são “O futuro do audiovisual no Mercosul”, “Co-produções internacionais e conteúdos para televisão” e “Distribuição e novas tecnologias”.

Saiba mais no site www.audiovisualmercosul.com.br.

(De Florianópolis)

Dia 23
junho 2011

FAM completa 15 edições apostando no cinema sul americano

O ótimo "La vida de los peces", do chileno Matías Bize, será exibido no FAM

O ótimo "La vida de los peces", do chileno Matías Bize, será exibido no FAM

Preocupados em conquistar público ou simplesmente sedentos por filmes premiados, muitos festivais de cinema se furtam à responsabilidade de abordar exclusivamente a produção sul americana. “Responsabilidade”, porque, sim, é necessário dar espaço aos filmes realizados na região e levá-los aos espectadores locais, da mesma maneira que é importante debater os temas relativos às nossas cinematografias, para que o cinema sul americano seja apoiado, apareça, cresça e floresça. Como se diz por aí, quem cuida tem.

Tudo isso para dizer que o FAM, Florianópolis Audiovisual Mercosul, tem apostado nesse caminho há alguns anos. Celebrando sua 15a edição este ano, o evento tem encontro marcado de 24 de junho a 1 de julho na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, com sete dos 13 países da América do Sul: Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai.

A proposta é exibir gratuitamente, como faz desde 1993, produções em película e vídeo que ampliem discussões sobre estéticas e narrativas, políticas públicas, distribuição e exibição que também acontecem no âmbito do festival.

Abre-bocas

Em 2011, a mostra comemorativa do FAM presta homenagem ao cineasta brasileiro Carlos Reichenbach, que estará presente no evento em um debate sobre cinema latino-americano que acontece dia 28 de junho.

E de sua tradicional Mostra de Longas Mercosul, não competitiva, participam “Rehén de ilusiones”, de Eliseo Subiela, “Pompeya”, estreia solo da atriz e cineasta Tamae Garateguy e “La vieja de atrás”, escrito e dirigido por Pablo José Meza, da Argentina; “Reus”, de Eduardo Piñero e Alejandro Pi, do Uruguai; o vencedor dos últimos prêmio Goya “La vida de los peces”, de Matías Bize, do Chile; e do Brasil “Estamos juntos”, de Toni Venturi, “Riscado”, longa-metragem de estreia de Gustavo Pizzi, e “O Céu sobre os Ombros, de Sérgio Borges, ganhador de cinco candangos no Festival de Brasília em 2010.

Competição oficial

Nas quatro mostras competitivas do FAM 2011, Curtas Mercosul, Doc-FAM, Catarinense e Infanto-juvenil estarão em disputa 55 obras que buscam traduzir a diversidade da produção audiovisual latino-americana (veja as listas dos concorrentes aqui). Em cada categoria, os vencedores de melhor filme receberão o Troféu Panvision concedido pelo júri oficial. Também haverá troféu para os preferidos pelo júri popular, além de prêmios que totalizam aproximadamente R$ 80 mil reais.

Mais

Outras duas mostras completam o cardápio desta edição: Revelando os Brasis, com quatro projetos de realizadores de pequenas cidades brasileiras, e Outros Olhares, espaço dedicado a filmes selecionados pela Associação pela Promoção da Cultura Latinoamericana na Itália, que organiza o Festival de Cinema Latino-Americano de Trieste.

Haverá também oficinas de formação (algumas com inscrições ainda abertas) e painéis de debate (sempre a partir das 15h, durante a programação do festival). O primeiro painel, dia 25 de junho, intitulado “A escritura, o escritor e o filme”, terá a participação dos escritores catarinenses Péricles Prade e Fábio Brüggemann e do cineasta, roteirista e escritor baiano Orlando Senna, ex-secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, ex-presidente da TV Brasil e atual presidente da TAL – Televisão América Latina, uma rede comunicação entre canais educativos, produtores independentes e instituições culturais de toda a América Latina.

Saiba mais sobre o 15o FAM no site do festival e acompanhe, aqui no La Latina, notícias que serão publicadas diretamente de Florianópolis.

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